Não há muito o que dizer, a não ser que valeu. Voltamos à série A com dignidade e de cabeça erguida, sem virada de mesa ou ajuda das arbitragens. Porém, mais importante que o título foi o fato do Vasco ter sido retomado por sua torcida, pois, nos últimos meses, milhares de pessoas redescobriram o prazer de torcer pelo clube e voltaram a sentir orgulho por vestir a velha camisa com a cruz no peito, tão vilipendiada nos anos de obscurantismo da Era Eurico Miranda. Repito: não há muito o que dizer, a não ser que agora, definitivamente, o Vasco é nosso... sábado, 14 de novembro de 2009
Foi Bonita a Festa, Pá!
Não há muito o que dizer, a não ser que valeu. Voltamos à série A com dignidade e de cabeça erguida, sem virada de mesa ou ajuda das arbitragens. Porém, mais importante que o título foi o fato do Vasco ter sido retomado por sua torcida, pois, nos últimos meses, milhares de pessoas redescobriram o prazer de torcer pelo clube e voltaram a sentir orgulho por vestir a velha camisa com a cruz no peito, tão vilipendiada nos anos de obscurantismo da Era Eurico Miranda. Repito: não há muito o que dizer, a não ser que agora, definitivamente, o Vasco é nosso...
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13 comentários:
Confesso do meu coração rubronegro que fiquei feliz. Sem hipocrisia de soltar rojões, mas disposto a um brinde, com bolinhos de bacalhau, por um novo Vasco sem a corja Eurico. Tim Tim!
Parabéns !
Não abuse nas comemorações é hoje vai dar praia.
Bjs!
Boaaaa!
Tenho simpatia pelo Vasco, a não ser pelas mentiras que os vascainos gostam de contar por aí: De que o clube foi o primeiro a aceitar negros no time.
Sabemos que isso é mentira, e que o primeiro clube que contratou negros no time foi a Ponte Preta.
bjs
Desir,
Além da Ponte Preta, outros clubes como o Bangu aqui do Rio também tiveram em seus quadros negros e operários antes do Vasco. Mas por que esta questão ficou associada ao Vasco? Porque ele foi, efetivamente, o primeiro clube de massas a fazer isto. Afinal, não somos um clube de pequena torcida como o Bangu, nem de torcida localizada em uma única cidade como a "Macaca" (Sorry, periferia...rs...). Mas tudo bem, também gosto da Ponte, principalmente por causa da camisa...rs...
Beijo grande.
Marido falando aqui:
'Sua visão é anacrônica, pois vê a história com os parâmetros de hoje, que não se aplicam ao ontem, mais especificamente às primeiras décadas do século 20. Time de massas não se aplica nesse contexto. A torcida do Vasco era tão localizada à sua cidade quanto à da Ponte. O Vasco, assim como todos os "times de massa", só se encaixam nessa definição que os distingue de outros como Bangu e Ponte (que, aliás, não estão também no mesmo barco) a partir do momento em que o Campeonato Carioca passou a ganhar dimensão nacional. Ou seja, essa distinção entre "time de massa" e time que não é de massa, para entender esse assunto, não vale. A massificação ocorrreu ao longo do século 20. Aliás, é um conceito matreiro, pois "massa" quer dizer quantidade de torcida? Se não, se entendermos "massa" sob outro ângulo, a torcida da Ponte também é "de massa". É errado festejar o Vasco como o primeiro. Primeiro do Rio, grande centro urbano e cultural, maior do que Campinas. E só.
Além desse "privilégio", seu time de massa tem outros, como o de ganhar uma ajudinha do juiz pra conseguir empatar com pênalti fajuto aqui no Moisés Lucarelli. :)'
Bem...e sem ser parcial, assino embaixo!
Sorry!
;)
Nada como um bom debate futebolístico...rs...
Então vamos lá: Não há nenhum anacronismo em falar em massificação do esporte na década de 1920, pois foi justamente neste período que tal processo começou a ocorrer, consolidando-se nas duas décadas seguintes. Existem alguns bons trabalhos acadêmicos sobre isto. Pelo fato do Rio ser a capital federal, os clubes daqui acabaram nacionalizando-se já naquele momento, processo que só aconteceu com os clubes paulistas bem posteriormente. E sem desmerecer do pioneirismo da Ponte - que eu não contesto -, a atitude do Vasco na década de 20, ao peitar os quatro grandes aqui do Rio para manter seus jogadores negros e operários - levando o clube, inclusive, a ser afastado da Liga Metropolitana - acabou tendo repercussões nacionais, na medida em que acabou contribuindo para a implantação do profissionalismo do futebol no Brasil, rompendo com o caráter elitista do esporte predominante até então. Clubes como a Ponte e o Bangu fazem parte deste processo de democratização do futebol, mas a associação imediata que se fez do Vasco com esta questão se dá justamente por conta destas repercussões que não ocorreram - ou ocorreram somente na esfera regional - com os outros clubes que também tiveram participação ativa nesta história. Provavelmente, se isto ocorresse hoje em dia, o pioneirismo da Ponte seria mais reconhecido, justamente por conta do que é o Estado de São Paulo atualmente. Mas, na época, como o Rio era a vitrine do país - é interessante lembrar que é neste mesmo período que se constrói a idéia do RJ como a "Cidade Maravilhosa" - e, devido a isto, o primeiro lugar a ter clubes "nacionais", foi a postura do Vasco que ficou marcada no imaginário futebolístico brasileiro. E como eu disse, gosto bastante da Ponte: pela camisa, pela origem popular e também pelo fato dos amigos que tenho na UNICAMP serem todos torcedores da "Macaca".
Um beijão pr’ocê e um abraço pro maridão.
Ps. Ah, e este papo de pênalti inventado em Campinas é puro chororô!
Como torcedor rubro-negro, acho positivo o êxito do clube, agora sadiamente administrado pelo Roberto Dinamite. Tanto que o clube passou de 900 sócios, quando Roberto assumiu a presidência, para perto dos 40000 atuais.
Com isso, fica bem mais difícil a quadrilha do Eurico voltar. É isso: Quanto mais povo menos pilantras, não é FHC?
Parabéns,companheiro.
Admite-se no brasieiro, alguns eventuais equívocos.
Quais sejam: Ler o Arnaldo
Jabour,estar filiado ao PSDB, ter espasmo anal ao elogiar os políticos do DEM, gostar e cantar o Cassetano Meloso que acha que o Lula um analfabeto,provocando a ira da senhora mãe dele que já disse que vai meter-lhe a porrada.
Realmente admite-se que Maria Osmarina Marina Silva Vaz de Lima,
nascida em Rio Branco, em 8 de fevereiro de 1958 e com aquela visível, amarelada ,debilitada
e enfraquecida estrutura corpórea carcomida pela ingestão de iodo, mercúrio e o escambau, possa resistir a uma semana intensa de campanha eleitoral,sem desmoronar.
Tudo isto admite-se.
São fraquezas, desencontros,momentos de ataques agudos de esquizofrenia social, porém, o que é inadmissível é ser brasileiro e não ser vascaíno!
Quando o "Porco Gordo" foi defenestrado da Colina, em seu lugar um verdeiro homem e vascaino de fato, assumiu o poder.
Estávamos , então já na "Divisão de Acesso -pois para a "Segunda Divisão", quem vai é o fluminense.
A vaca já tinha ido pro brejo!
O "Porco Gordo " tinha sido implacável com as hostes vascaínas ,como diriam os antigos comentaristas esportivos.
No entanto - e para lucros assustadores da Grobo - o Clube de Regatas Vasco Gama não portou-se como aquele chato do Pequeno Príncipe, que toda mulher que se candidata a Miss qualquer coisa, ou estes meninos de classe merdia conhecem.
Não,o Vascão,foi um verdadeiro e legitimo campeão sem dar susto
e Roberto Dinamite, já recebeu do tal do Obama o seguinte e-mail:
"Desculpe, no Brazil não existe só um cara, pois você é o outro".
Yes We can!
O processo começou a ocorrer, Abóboras, mas convenhamos: massificação de verdade, só depois da guerra. Ou tô errado?
Acho que o que vc falou sobre o Rio como centro difusor, etc., eu já havia mencionado.
Acho, também, que o Vasco tem um lugar merecido nessa história por causa desse contexto, do peso do Rio na época, que estou longe de desconsiderar. Mas - ideia irrelevante pra qualquer historiador como eu, mas não para um pontepretano como eu - a MACACA FOI A PRIMEIRA e ponto.
Deixa a gente ser primeiro em alguma coisa nesses 110 anos, cacete!
Danilo, combinemos o seguinte: reconheço o pioneirismo da Ponte - já havia dito isto -, mas convenhamos que a questão racial no futebol - por conta daquilo que ambos já comentamos - só teve uma repercussão mais efetiva, a partir da postura do Vasco, em meados da década de 1920. E embora eu não seja um historiador do futebol - também sou historiador, só que das relações internacionais -, gosto de ler bastante sobre o tema e tenho lido bastante coisa que tem sido produzida nas Universidades aqui do Rio. E acho que já se pode falar sim em massificação do futebol na década de 1930 e também que nessa época o processo de "nacionalização" dos clubes do Rio já estava bastante adiantado. Bons exemplos disto são a fundação de um Vasco da Gama, em Sergipe, em 1931, e de um Flamengo, no Piauí, em 1937, além de vários Botafogos e Fluminenses espalhados pelo Brasil afora. O pós-Segunda Guerra só consolida este processo. Mas tudo bem: a Ponte foi a primeira e ponto.
Grande abraço.
Parabéns né!! hehe...eu to aqui, torcendo por uma mísera vaga na Libertadores.
bjão
Abobrinhas. vc sabe que é o filho do Brasil,né? LULA.
E o pai do Brasil vc sabe quem É?
Vou te apresentar.
Blog Claudio Huberto.
18/11/2009 | 00:00
Ex-empregada afirma ter um filho com FHC: Leonardo, 20 anos
Uma ex-empregada afirma ter um filho com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em Brasília. O rapaz, hoje com vinte anos de idade, é Leonardo dos Santos Pereira, que trabalha como carregador (auxiliar de serviços gerais) em um órgão público, na Esplanada dos Ministérios. Ele nasceu da relação do então senador FHC com sua empregada Maria Helena Pereira, uma negra que o impressionava pela formosura. Leonardo é considerado muito parecido com o pai.
18/11/2009 | 00:00
Indenização
Demitida com o filho nos braços, Maria Helena só recebeu R$ 130 mil dos R$ 250 mil prometidos. E uma pequena casa em Santa Maria (DF).
18/11/2009 | 00:00
Segredo guardado
Quem administrava o segredo e os pagamentos a Maria Helena, diz ela, era o ex-senador Ney Suassuna (PB), que depois virou ministro.
18/11/2009 | 00:00
Foi por pouco
FHC tremeu após ser informado que Maria Helena considerava pedir teste de DNA no “Programa do Ratinho”, sucesso do SBT, na época
Super por-fora do que anda rolando nos campos... mesmo assim parabéns da flamenguista que morre de saudades de ti! bjs
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