Nas duas últimas semanas, praticamente não postei nada no "Abobrinhas Psicodélicas" - com exceção do texto sobre o Eduardo Alves da Costa -, pois a minha pilha de provas, trabalhos e monografias para ler e corrigir parecia não ter fim. Realmente, é dura este vida de professor e dublê de blogueiro! Fora isto, ainda havia a correria por conta dos preparativos para a minha viagem para o XXV Encontro Nacional da ANPUH (Associação Nacional de História), pois não dava para sair do Rio deixando inúmeras coisas pendentes. Mas agora, tudo está mais calmo: desde ontem estou em Fortaleza para o Encontro. É claro que aqui não fugirei totalmente do trabalho, pois coordenarei um dos Simpósios Temáticos do evento, além de ter trazido - valha-me Deus - alguns trabalhos remanescentes para corrigir. Mas isto não é nada diante do stress desses longos últimos dias e além do mais, como uma espécie de generosa compensação, nos intervalos das diversas atividades e à noite haverá sempre bastante tempo para curtir uma intensa programação cultural - dentro e fora do Encontro - e para reencontrar colegas de outras instituições e estados que, normalmente, só conseguimos ver em ocasiões do gênero. Fora isto, há o prazer de rever Fortaleza vinte e um anos depois da primeira vez que aqui estive, ainda aluno de graduação, para um Encontro Nacional de Estudantes de História. Tenho boas recordações daquele período - em que ainda possuía bastante cabelo e não tinha esta quantidade imensa de fios brancos na barba - e, como quase todas as minhas recordações, associo-as à canções e livros. Para boa parte das pessoas, as lembranças são imagéticas. As minhas não: são musicais e literárias. E desde que conheci Fortaleza, a canção que me vem a cabeça ao lembrar desta cidade é a bela "Terral", do Ednardo.Compartilho-a com vocês.Clique no player abaixo para ouvir "Terral":

3 comentários:
Querido Argonalta,
Apesar de toda a correria, sempre se arrannja tempo para curtir as atividades paralelas ao evento - que são maravilhosas exatamente pela oportunidade de conhecer gente nova ou, no seu caso, como vc já é professor, rever colegas distantes, e relaxar. Tenho um amigo do Mato-Grosso do Sul, com quem mantenho contato até hoje, que conheci em 2005, quando fui no encontro de Londrinha. Fiquei numa república onde só tinha eu do Rio de Janeiro e fiz amizade com umas meninas de Juiz de Fora e um pessoal de Mato-Grosso do Sul e Ouro Preto. Durante o dia ia para a UEL, assistia os simpósios que tinha interesse e a noite encontrava o pessoal da república no bar.
bj.
P.s.: Adoooro Ednardo!!!
Ah, tá. O amigo mora no Rio de Janeiro e relaxa da rotina estressante em Fortaleza?
(pausa para olhar para o céu com ar injustiçado).
- Pai, por que me abandonaste?
hehe.
Lili
obrigada pela visita e pelo belo poema. realmente me identifiquei muito nesse momento tão... sei lá, estranho. obrigada mesmo.
nossa, vida de professor realmente não é fácil. vou começar a licenciatura agora e tenho até medo, rs.
beijos!
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